Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Poema

A solicitude de âmbar
do cão que ladra à meia-noite
é apenas um breve engano
de que não somos culpados.

É como os teus olhos ao dizerem uma mentira,
a minha escrita quando te quero manipular
ou outros factos que não páram de acontecer:

acontecem, mais nada.



EC

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