São como folhas de árvore caídas e murchas,
os beijos que não se repetem.
Pássaros mudos,
reflexos que na água se esbatem
à medida que o sol arrasta consigo o fim da tarde.
São talvez sonhos, talvez sombras,
ou talvez fantasmas de sonhos.
Florestas inteiras mergulhadas num silêncio extasiado.
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